Weder de Souza, ex-aluno do ITEGO : De aluno de informática básica a programador
Matéria publicada em 25/05/2015, às 15:17:25

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Aos 32 anos de idade, Weder Mariano de Sousa atua como programador na Prefeitura de Anápolis e é professor de cursos técnicos no Senac. Weder é um dos egressos do Curso Técnico em Informática do Instituto Tecnológico de Goiás – ITEGO Anápolis (antes Centro de Educação Profissional de Anápolis – CEPA) que fazem sucesso no mercado de trabalho.
O programador estudou no ITEGO em 2006 e em 2007 e, segundo ele, o Curso Técnico em Informática foi o pontapé para uma carreira na área de Tecnologia da Informação. “Depois que terminei o curso técnico fiz o ENEM e ingressei, via Prouni, no curso superior de Ciência da Computação. Fiz esse curso porque gostei muito do Técnico em Informática e ele me abriu a visão para essa parte de computação. Eu já trabalhava antes, mas assim que terminei os dois cursos ingressei na carreira de vez”, destaca Weder.


Progressão
De acordo com ele, quando fazia o Ensino Médio tinha uma visão diferente sobre os estudos. “Eu estudava para tirar nota. E o ITEGO me deu a visão que esse pensamento estava errado e que eu tinha que aprender para tornar-me um profissional de verdade. Depois que eu descobri isso comecei a estudar para agregar conhecimento. Vim de família humilde, não tinha condições de bancar um curso e no ITEGO tive oportunidade de fazer um excelente curso gratuitamente”, ressalta o programador.
Em termos salariais, diz Weder, o curso teve grande influência e a diferença foi gritante. “De um ganho de um salário passei a ganhar seis salários mínimos. Além disso o curso me abriu outras portas. Chegou um momento que a pessoa me procurava para trabalhar, mas eu não tinha mais tempo”, diz.
Weder conta que logo que terminou o Curso Técnico em Informática conseguiu emprego como professor de computação em três empresas. Em sua trajetória profissional, na sequência, foi trabalhar como programador em banco de dados por quase dois anos em outra empresa. Como estudar passou a ser um gosto para Weder, ele galgava degraus na carreira. Na Prefeitura de Anápolis, onde está há quatro anos, começou como programador de banco de dados e depois passou a ocupar o cargo de gerente de Desenvolvimento de Sistemas.

Para quem está cursando ou pensando em fazer um curso técnico, Weder aconselha ingressar na área de Tecnologia da Informação, um bom campo de trabalho. “Se a gente analisar a estrutura de Anápolis e a economia do País, a Tecnologia da Informação é uma área cuja crescente é gigante. Todas as empresas necessitam ter um sistema de controle. Se a gente analisar que todas as empresas querem trabalhar com processos, ela necessitará de um profissional especializado em processos”, explica. Outra oportunidade de trabalho, segundo Weder, deverá ser o Parque Tecnológico de Anápolis que será criado pela Prefeitura em parceria com o Governo do Estado. “Esse parque demandará uma quantidade grande de mão de obra”.  O programador diz que as oportunidades surgem para quem faz o que gosta. “O maior conselho é fazer o que gosta. Quem faz o que gosta não trabalha. Eu faço o que gosto. Mexer com tecnologia é só ganho, tanto emocional como profissional”, sintetiza explicando que há a necessidade de aprimoramento, pois essa é uma área em constante evolução e as oportunidades passam pela parte mais simples, como a informática básica, até redes, desenvolvimento de sistemas e análise de sistemas.
“A minha ascensão aconteceu no meio de TI. Comecei na informática básica e depois passei para o banco de dados, onde me especializei. Meu último ganho foi a parte de desenvolvimento com Android. Eu fiz um curso de Android, pago pela empresa que eu trabalho. As empresas começam a investir em você porque sabem que vai ter resultado. A Prefeitura também já investiu muito na gente em treinamentos, então a gente não precisa correr tanto atrás. Quando a pessoa vê que você tem capacidade ela começa a investir em você”, ensina.
A gratidão ao ITEGO está estampada nas palavras de Weder de Souza. De acordo com ele, tendo oportunidade, indicará os cursos ofertados pela Instituição. “Foi no ITEGO que aprendi a aprender”, diz Weder com convicção.

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