Eu sou do bem, eu sou de Deus!: Concurso motiva ações do bem
Matéria publicada em 04/05/2015, às 15:52:07

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Cotidianamente todos nós somos surpreendidos por “notícias ruins” veiculadas na imprensa. O mal se organiza e suas ações são alardeadas com veemência:  assaltos, homicídios, violência sexual, violência doméstica, violência nas escolas, bullying.

No ambiente escolar cenas de violência e graves ameaças têm se tornado mais do que comuns. Inúmeros são  os vídeos exibindo brigas e atos libidinosos publicadas em páginas sociais, recebendo “curtidas” e conquistando seguidores ávidos por violência e sexualidade promíscua e prematura.
A sensação de insegurança e impunidade apregoada, tem nos feito reféns, tem nos distanciado uns dos outros, isolando-nos.
A comunidade formada pelas pessoas de bem vem se sentindo incomodada, mas permanece inerte frente a tantos atos de brutalidade. Precisamos dar um basta a essa inércia e combater o mal com a única forma capaz de vencê-lo: O BEM.

É com esse objetivo que a Associação Cruzada pela Dignidade (ACD) dá início à campanha permanente “EU SOU DO BEM, EU SOU DE DEUS” com o intuito de organizar  o bem, estimular as boas ações e mostrar à sociedade que somos maioria; que praticamos o bem, fazemos a diferença  em nossa comunidade e que, unidos, podemos viver em paz, com dignidade e com a família fortalecida.
A Campanha EU SOU DO BEM, EU SOU DE DEUS é permanente porque o bem não marca data para parar. Iniciamos uma campanha de oração intitulada SEM DIAS DE ORAÇÃO, com “S”, o que significa que é sem dia para terminar. Devemos colocar nas nossas orações intenção por todas as famílias e estimular a família a orar com todos os seus membros reunidos. Vamos utilizar as redes sociais para divulgar, compartilhar ações que fortaleçam a família e o ser humano e descartar tudo de ruim que recebemos pelas redes.  Vamos inverter a rota. Estimulemos e mostremos as ações do bem. Elas contagiam. Juntos podemos mudar e melhorar o mundo.

Saiba o significado da “fitinha” CRUZADA PELA DIGNIDADE - EU SOU DO BEM, EU SOU DE DEUS
Não se trata de um símbolo de promessa, ou de pedido, que para ser atendido é necessário permanecer com a fita atada ao punho até que ela se solte naturalmente. Trata-se tão somente de um “lembrete”. Sempre que olharmos a fitinha, lembraremos que somos do bem, que somos de Deus, que temos um compromisso. Com quem? Com Deus. Qual? De fazer o bem e,  por isso, necessitamos praticar boas ações. A fitinha nada mais é que um lembrete do nosso compromisso diário com a prática do bem, das boas ações, indispensáveis para a construção de uma família, uma comunidade, uma cidade, um estado, um país e, consequentemente, um mundo melhor.

Por que usar a fitinha ou o adesivo?
A fitinha ou adesivo além de ser um lembrete pessoal é uma forma de contagiar as pessoas à nossa volta. Ela desperta curiosidade e nos permite compartilhar com os demais nosso compromisso diário com o bem e convidá-los a assumirem a mesma postura, comprometendo-se diariamente a praticar boas ações que certamente passarão a fazer parte de nossos hábitos.

Se eu não usar a “fitinha” não faço parte da corrente do bem?
De forma alguma. Como dito anteriormente, a fitinha é um símbolo, mas as pessoas que por algum motivo não quiserem ou não puderem usá-la, podem e devem ingressar nessa corrente do bem, praticando suas boas ações diárias e contagiando as pessoas próximas a praticarem-nas também.

O que são boas ações?
Ceder o lugar a pessoas idosas, gestantes, deficientes. Respeitar a faixa de pedestres. Dar passagem no trânsito. Respeitar o próximo, não promovendo discriminação. Não jogar lixo no chão. Manter limpa a calçada  de casa. Separar o lixo reciclável. Doar livros que não utiliza mais. Promover ou participar de campanhas de auxílio a instituições socioassistenciais. Reconhecer e elogiar as pessoas que convivem com você. Apagar as lâmpadas acesas desnecessariamente. Economizar e usar a água de forma consciente, dentre tantas outras boas ações.

No dia 25 de fevereiro de 2015 foi lançado pela Associação Cruzada pela Dignidade o concurso de Redação e a Gincana Social como parte da campanha “Eu Sou do Bem Eu Sou de Deus”, visando o envolvimento das escolas públicas e particulares do município de Anápolis a fim de que sejam trabalhados temas relacionados a boas ações e princípios, virtudes e valores com os alunos estimuando-los a interiorizar esses valores e serem proativos na formação de uma verdadeira corrente do bem.
O concurso de redação abrangerá cinco categorias:
A – Alunos do 4º e 5º anos do Ensino Fundamental com o tema “Boas Ações”;
B -  Alunos do 6º e 7º anos do Ensino Fundamental; C – Alunos do 8º e 9º anos do Ensino Fundamental; D – Estudantes do Programa de Educação de Jovens e Adultos do Segundo Segmento (EJA-Ensino Fundamental); E – Estudantes do Programa de Educação de Jovens e Adultos de Jovens e Adultos (EJA-Ensino Médio), todos eles com o tema “Eu sou do bem, eu sou de Deus”.
Para os alunos do Ensino Médio regular a modalidade será Gincana Social, onde cada escola deverá desenvolver um projeto social junto à comunidade. As ações realizadas nesta modalidade deverão ser registradas, sendo encaminhadas seis fotos de cada ação com um breve resumo da atividade desenvolvida, postadas no facebook da ACD. Um juri avaliará os alunos ganhadores do Concurso de Redação e na modalidade de Gincana Social vencerá a escola que alcançar o maior número de compartilhamentos no facebook. Esta prática estimulará que os alunos compartilhem as ações do BEM. Todas as informações sobre o Concurso Cruzada pela Dignidade se encontram disponíveis no site da ACD (www.cruzadadignidade.com.br)
A solenidade de premiação acontecerá no dia 28/05/2015 para as duas categorias (Redação e Gincana Social). Entre os prêmios serão distribuídos eletrônicos, outdoor na cidade e matéria especial na Revista Planeta Água.


Centro de atendimento socioeducativo sai do papel
O Centro de Atendimento Socioeducativo de Anápolis (CASE), para atendimento de adolescentes em conflito com a lei, em cumprimento da medida socioeducativa de internação, contará com oitenta vagas para atendimento de adolescentes do sexo masculino e feminino de Anápolis e região. A construção do novo centro é uma briga antiga do juiz da Infância e da Juventude, Dr. Carlos José Limongi Sterse, que conseguiu buscar os recursos junto ao Governo Federal, sendo 90% verba federal e 10% de contrapartida do Governo do Estado de Goiás. Vários entraves e dificuldades apareceram para colocar em pé a obra do CASE.


Rotary
A obra vem sendo feita na área que pertenceu ao Rotary Clube Anápolis e que foi doada ao Governo do Estado com uma cláusula resolutiva que dizia que toda aquela área que engloba o DAIA e o antigo Aprendizado Agroindustrial Sócrates Mardocheu Diniz (hoje Centro de Convenções de Anápolis e Parque da Cidade) voltaria para o Rotary Clube caso ali mantido o trabalho assistencial à criança e ao adolescente. Para cumprir a condição vinculada à manutenção da doação o juiz Carlos Limongi, bem como os sócios do Rotary, reinvidicaram que na inexistência de outras áreas do município ali fosse construído o CASE. Uma comitiva do Rotary se encontrou à época na cidade de Leopoldo de Bulhões com o então governador Alcides Rodrigues e ali ficou acertado que o CASE seria construído onde hoje de fato esta sendo construído. Participaram desta comissão, dentre outros rotarianos, o juiz Carlos Limongi, Eurípedes Junqueira, Frederico Junqueira, Carlos Rodrigues, Wilson de Oliveira, Darlan Neiva de Siqueira e o então Comandante da Base Aérea de Anápolis, Cel-Av Bragança, hoje no posto de Brigadeiro.


Reivindicação
Foram diversos os percalços enfrentados para que a obra saísse do papel tendo, inclusive, ocorrido o bloqueio feito pelo juiz Carlos Limongi do percentual de 10% do valor da obra de responsabilidade do Governo Estadual. A previsão de término da obra é julho de 2015. o juiz Carlos Limongi já solicitou e espera que o Governador do Estado, Marconi Perillo, aumente o número de funcionários no local uma vez que o atual Centro de Internação de Anápolis, que funciona no 4º Batalhão de Policia Militar, atende 29 adolescentes distribuídos em 05 celas, e o CASE atenderá 80 adolescentes em alojamentos individuais, num amplo espaço, o que facilitará o traballho de reinserção social.

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