Mudar ou apenas sobreviver: “Se não nos posicionamos, seremos posicionados.” (Dobson Borges)
Matéria publicada em 13/02/2011, às 22:04:39

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Estamos vivendo uma época de grandes, profundas e rápidas mudanças. As determinações de vida que traçamos e as estratégias que elaboramos em busca desses objetivos precisam obedecer a rapidez e a complexidade com que o dia-a-dia se apresenta. Não dá para se pensar e determinar o que queremos SER ou TER, esperando apenas as oportunidades que favoreçam essa conquista. Precisamos, de certa forma, nos antecipar ao tempo e aos acontecimentos. E porque não sermos até um pouco “videntes” diante de tantos sinais claros de mudanças que se apresentam diante de nós? É necessário prever. É necessário ver longe...

Nós adultos, que já passamos por “bancos escolares” e salas de aula formais, buscamos aprender, a duras penas muitas vezes, o que é de fato ter habilidades e ser competente para um mercado de trabalho cada vez mais competitivo e globalizado. Porém, os jovens e as crianças que se encontram no auge do processo de formação podem, devem e precisam ser preparados para enfrentar com segurança, autoconfiança e tranquilidade o que requer o mundo de hoje.

Uma direção curricular e novos caminhos para o processo de aprendizagem neste novo milênio se fazem necessários. Os currículos escolares precisam funcionar como bússola para a era da tecnologia que avança sem volta e aceleradamente, estruturados em conceitos e programas reais, com proposta pedagógica adequada. Dar significado ao que é ensinado e aprendido torna-se uma preocupação permanente das Instituições Educacionais, pois a aprendizagem em qualquer estágio e/ou em qualquer idade é influenciada por significados, “não basta ensinar fórmulas, é necessário ensinar como usar as fórmulas.”

Busquemos usar as novas metodologias educacionais que nos adéquem melhor para a realidade em que vivemos. O sistema integrado e interativo de rede, de todo o conteúdo programático a ser desenvolvido, vem como um facilitador de estratégias onde o gerenciamento da aprendizagem em diferentes níveis facilita a organização e o domínio das instruções a serem repassadas. Vem, com certeza, ajudar ao aluno a descobrir novos valores (ética, integração, inter-relação, competência), como também canalizar energia e potencial, engajando-o ao mesmo tempo onde a proposta filosófica que norteia os trabalhos educacionais quer engajá-lo: um cidadão competente, com habilidades pessoais desenvolvidas, consciente de seus direitos e deveres. Revoluções nunca são sutis.


Professora Maria Dádiva Bezerra Firmino

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