Gastronomia italiana: Picanha à fiorentina: uma receita italiada prontinha para aguçar o seu paladar
Matéria publicada em 16/05/2010, às 14:55:19

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Picanha à fiorentinaA bisteca à fiorentina é da região da Toscana e na receita original não leva nenhum tempero prévio.

Nesta versão, utilizaremos a picanha e o condimento vem depois da carne já ter grelhado: azeite de oliva aquecido com dentes de alho e um ramo de alecrim.
Ao final, sal grosso salpicado para completar o tempero. Rendimento: 4 a 5 porções

Ingredientes
- 1 peça de picanha de aproximadamente 800g
- 1 ramo de alecrim
- 3 dentes de alho
- Sal grosso a gosto
- Azeite de oliva a gosto

Modo de preparo
Corte a picanha em fatias de aproximadamente três centímetros. Grelhe a carne sem nenhum tempero numa frigideira ou grelha elétrica com um fio de azeite.
Se você tiver uma grelha a carvão, melhor ainda. Deixe a picanha selar e vire a cada 1 ou 2 minutos para grelhar por igual. Enquanto isso, aqueça numa frigideira o azeite de oliva com os dentes de alho e o ramo de alecrim.
Retire o alecrim após alguns minutos, senão o sabor fica muito forte.
Depois de grelhada no ponto de sua preferência, coloque a picanha sobre uma tábua ou refratário e salpique algumas pedrinhas de sal grosso – não muitas, para não salgar demais a carne.
Regue com o azeite aromatizado pelo alecrim e pelo alho e pronto.

Cucina Italiana

Dentre os principais patrimônios que caracterizam a Itália, além de suas belezas paisagísticas e de sua arte, sobresai-se a Gastronomia. A cozinha italiana é, talvez, uma das mais ricas do mundo, principalmente no que diz respeito aos ingredientes característicos da cozinha típica e regional.
Isso é sem duvida consequência dos vários povos que passaram pela península itálica através dos séculos e lá deixaram sua marca com a introdução de novos elementos e alguns pratos hoje apreciados em todo o mundo.

Árabes
Uma das etnias que mais influenciou na formação dessa cultura foi a arábica, que, a partir do século IX, principalmente na Sicília, implementou a culinária local com o açúcar, o arroz, a canela, o açafrão, a berinjela e os doces de marzipã. Além disso, transmitiram as técnicas de produção de figos secos e passas.

Espanhóis
A partir de 1600 os espanhóis também deixaram sua marca, principalmente com novos produtos originários da América como, por exemplo, o tomate, a batata, o feijão, o milho, o cacau, o rum e o café.

Franceses
Na época de Napoleão Bonaparte, os franceses agregaram à culinária italiana a utilização de pratos com produtos derivados do leite, como manteiga e creme de leite. Eles também ensinaram os cozinheiros italianos formas mais refinadas de apresentação dos pratos, com um visual mais elaborado.
Com a imigração dos italianos para a América (Nova York, Buenos Aires e São Paulo), a partir de 1900, a Itália exportou sua culinária, principalmente com napolitanos, que passaram a divulgar a pizza e o famoso “spaghetti alsugo”, pratos conhecidos e apreciados em todo o mundo. Portanto, é difícil falar numa cozinha italiana e o mais correto é falar em cozinha típica regional italiana.

Cozinha sadia
Além das diferenças gastronômicas entre o sul e o norte, dentro da mesma região encontra-se em várias cidades, até mesmo próximas, diferenças históricas, devido aos povos que passaram no local, geográficas e climáticas que determinam os tipos de produtos elaborados e que, por sua vez, vão constituir os ingredientes dos pratos tipicamente regionais.

Em poucas palavras, na Gastronomia do norte da Itália predominam produtos de influência francesa, austríaca e húngara, com o emprego de muitos produtos derivados do leite, enquanto que no sul, predominam os de influência árabe, quais sejam: uso de muito molho de tomate, pouca carne bovina e muita carne de coelho, ovina, caprina e suína. Nos bosques e montanhas predominam os famosos “funghi” e muita caça. Já no litoral, encontra-se diversos tipos de peixe, com destaque para o atum e o peixe “spada”, além de muitos frutos do mar e bacalhau.
Dentro do cenário gastronômico italiano, também há a Cozinha Mediterrânea, principalmente na parte meridional e nas ilhas da Sicília e Sardenha, a qual é conhecida pelos italianos como “cozinha sadia”, rica em carboidratos, frutas, verduras, peixes, pouca carne e muito óleo de oliva. Salames, queijos e vinhos de primeira linha completam a riquíssima cozinha tipicamente regional de todas as partes da Itália e apreciadas em todo o mundo.

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