A natureza enfurecida: Como ainda não sabemos como prever terremotos se torna impossível evitar as tragédias
Matéria publicada em 24/03/2010, às 11:02:37

Ver mais de Edição Dezembro 2009 - A invasão dos parques

Ver outras Edições

O Haiti, um país castigado pela fúria da natureza, voltou a ser abalado, desta feita por um terremoto de proporções gigantescas, o que acabou classificando o fato como a maior catástrofe da história da humanidade onde morreram dezenas de milhares de pessoas. A terra tremeu por diversas vezes em consequência da acomodação de placas tectônicas em seu amago e o resultado desastroso abalou o mundo. Como ainda não sabemos como prever terremotos se torna impossível evitar as tragédias restando, como única providência a tomar, a preparação para o pós-catástrofe e, nessa questão, o Brasil tem dado um grande exemplo de solidariedade ao enviar alimentos, ajuda financeira e socorro técnico com equipes treinadas para atuar nesse tipo de cenário.

Grandes perdas
A morte da médica pediatra e fundadora da Pastoral da Criança, Zilda Arns Neumann e dos mais duas dezenas de militares e civis (segundo dados oficiais divulgados até o fechamento desta edição) vítimas do terremoto que atingiu o Haiti, no Caribe, foi lamentada por pessoas e instituições de todo o mundo. Os militares ali estavam em missão de paz e solidariedade sob o comando da ONU. Zilda Arns, fundadora da Pastoral da Criança, entidade que reúne mais de 240 mil voluntários que acompanham o desenvolvimento de 1,6 milhão de crianças e idosos no Brasil e em mais de 20 países, também perdeu a vida num momento de fúria da natureza.
Roberto Requião,  governador do Paraná, decretou luto oficial no estado por três dias e sugeriu ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva a criação do prêmio Zilda Arns, uma forma de homenagear a memória da fundadora da Pastoral da Criança e incentivar e reconhecer iniciativas em defesa da vida de mães e crianças. 
A médica estava em missão humanitária no Haiti, e foi uma das vítimas do violento terremoto que destruiu boa parte do país caribenho. Zilda Arns tinha 73 anos e recebeu 19 prêmios entre 1988 e 2002, entre eles a menção especial concedida pela Unicef-Brasil por se destacar  no trabalho em prol da saúde da criança.

Ver mais de Edição Dezembro 2009 - A invasão dos parques

Ver outras Edições

Copyright © 2015 - Todos os direitos reservados.

A Revista Planeta Água é uma publicação mensal da Versátil Consultoria em Direito e Comunicação Social

Rua Benjamin Constant, 2018 - Centro / Anápolis-GO

Telefones: (62) 3311-3489 / 3706-8000